por dentro da casa branca
Se em algum momento da sua vida você se perguntou o que acontece no endereço mais famoso do mundo, este livro é para você. Por dentro da Casa Branca foi escrito por Kate Andersen Brower e publicado no Brasil pela editora Planeta do Brasil em 2016. A Casa Branca é e foi residência de diferentes famílias, cada qual com suas idiossincrasias, e Brower aglutinou informações interessantes, algumas até inéditas, acerca dos seus bastidores. Para quem gosta de descobrir o que acontece no lado B de uma das mais altas esferas do poder americano, é leitura válida.
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A colocação pronominal é um tema cheio de pequenos detalhes e regras, que podem até ser deixados de lado quando estamos falando ou escrevendo em contexto informal (em mensagens de texto para amigos, por exemplo). Na linguagem formal precisamos nos lembrar de normas como a que determina que na presença do pronome relativo QUANDO devemos posicionar o pronome antes do verbo, utilizando a próclise (quando se mudou).
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O verbo AVISAR, no sentido de informar, é transitivo direto e indireto (avisamos alguma coisa A alguém ou avisamos alguém DE/SOBRE alguma coisa). Na frase acima, o verbo conta com dois objetos diretos (avisaram aos mordomos que OU avisaram os mordomos de que) – pág. 54.
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O verbo INFORMAR, assim como AVISAR, é transitivo direto e indireto: informamos alguém de/sobre alguma coisa OU alguma coisa A alguém. Acima falta um objeto indireto (foi informada de que) – pág. 58.
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Outra derrapada na colocação pronominal: na linguagem formal, a colocação do pronome oblíquo átono antes do verbo (próclise) em começo de frase é inadequada. O correto, no caso, é a ênclise, que é a colocação do pronome após o verbo (considerava-as minhas amigas) – pág. 95.
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O verbo MORRER é intransitivo. No entanto, para dizer quando alguém morreu, é necessário utilizar a preposição designativa de tempo EM (morreu em 2014).
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Quando temos a intenção de enfatizar a intensidade de alguma coisa, podemos lançar mão da locução adverbial O MAIS/MENOS POSSÍVEL, da qual o artigo definido sempre faz parte.
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O verbo GANHAR, em função de ter um particípio regular e outro irregular, é chamado abundante. Quando o particípio é empregado com os verbos auxiliares TER ou HAVER, devemos utilizar sua forma regular (TER GANHADO) – pág. 121.
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Por maior ou mais longo que seja o sujeito de uma frase (manifestantes enfurecidos com o assassinato de King e com a desigualdade que viam a seu redor), a vírgula NÃO deve separá-lo de seu predicado (arremessavam).
por dentro da casa branca(3)
Temos aqui mais um tropeço relacionado à colocação pronominal. A regra é clara: o QUE (classificado como pronome, conjunção, advérbio etc.) é partícula atrativa e puxa o pronome para o seu lado (que se encontrava ao lado). O outro erro é a ausência da preposição que deveria acompanhar o verbo ASSISTIR, aqui empregado com o sentido de VER (assistir AO noticiário) – pág. 271.
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Na frase acima, SCHEIB E UM GRUPO DE FUNCIONÁRIOS é o sujeito do verbo PREPARAR (ainda que esteja em parênteses), que deveria ter sido conjugado na terceira pessoa do plural do pretérito perfeito do indicativo. A outra inadequação do parágrafo diz respeito ao sentido do verbo EVACUAR, que quer dizer desocupar, esvaziar. De fato, ninguém pode ser evacuado de algum lugar, mas qualquer lugar pode ser evacuado – pág. 279.

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