foco
Foco: a atenção e seu papel fundamental para o sucesso, escrito por Daniel Goleman, foi publicado em 2013 no Brasil pela editora Objetiva. Para este trabalho foi lida a 12ª reimpressão, de 2016. Daniel Goleman, ao analisar exemplos de pessoas de sucesso, demonstra que o segredo delas é, como o próprio nome do livro nos leva a deduzir, o foco. Com o objetivo de fazer o leitor pensar no próprio comportamento, Goleman toca na ferida do mundo contemporâneo – a hiperconexão – e expõe o quanto nos permitimos desviar nossa atenção do que realmente importa em função de e-mails, mensagens de texto, redes sociais.
7
Míni com acento agudo é adjetivo, enquanto mini sem o acento, prefixo (o correto seria, portanto, mini-indústria ou indústria míni) – pág. 39.
Foco(2)
O verbo PRECISAR, no sentido de “ter necessidade de alguma coisa”é transitivo indireto e pede a preposição DE (o agora eterno abriga tudo do que precisamos) – pág. 55 (e pág 75). Obs.: o vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa reconhece as formas pré-requisito e prerrequisito.
5
Aqui, mais uma vez, vemos uma expressão muito comum na linguagem falada e informal, mas que não é cabível num texto escrito ou formal. O verbo FALTAR, no sentido de deixar de comparecer, é transitivo indireto e pede a preposição A (eu FALTEI ao trabalho). Falta é o substantivo derivado desse verbo e também deve ser acompanhado da mesma preposição. Portanto, a forma correta é faltas ao trabalho. – pág. 81.
3
Quando estudamos colocação pronominal, aprendemos que os pronomes oblíquos (me, te, se, lhe etc.), não devem iniciar frases. Apesar de na língua falada ser comum isso acontecer, quando escrevemos devemos seguir a norma culta e utilizar a ênclise, que é a colocação do pronome depois do verbo (disseram-me que) – pág. 119.
2
O verbo exigir no sentido de requerer é transitivo direto, ou seja, pede complemento sem preposição. Assim, a preposição DE não deve se fazer presente (onde era exigido que ele memorizasse longos textos) – pág. 162.
1
O infinitivo pessoal (flexão do verbo no infinitivo) ocorre quando se deseja enfatizar o agente da ação verbal. No caso, o agente “nós” é o único sujeito da frase, razão por que a flexão deve ocorrer apenas em relação ao verbo CONSEGUIR (conseguimos deixar um de lado e nos focar no outro) – pág. 195.
4
DEPENDENTE é adjetivo. Deveria ter sido utilizado o verbo DEPENDER conjugado na terceira pessoa do singular do presente do indicativo (a liderança em si depende de capturar).
8
A regência nominal de SENSÍVEL pressupõe a utilização da preposição A. A crase ocorre quando duas vogais idênticas se fundem. No caso, para que houvesse crase, era preciso que o artigo definido estivesse acompanhando a expressão FUTURAS MUDANÇAS. Então, teríamos A (preposição) fundido ao AS (artigo definido plural), grafado como ÀS. No texto, o autor optou por não utilizar o artigo, de modo que o acento grave não deve existir (sensível a futuras mudanças).

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