o advogado rebelde
O advogado rebelde foi escrito por John Grisham e publicado pela editora Rocco em 2016. O livro narra a história de um advogado, cujo escritório fica numa van, e suas artimanhas para conciliar a vida pessoal com a profissional.
7
“Ambos” é um numeral que significa os dois, um e outro. A construção “ambos os quais” não é correta (poderia ser ambos ficarão atrás das grades ou os quais ficarão atrás das grades) – pág. 68.
8
O verbo HAVER, indicando decurso de tempo, é impessoal e deve permanecer na terceira pessoa do singular. A frase está no passado, assim, a flexão de tempo é obrigatória (havia anos tinha vontade) – pág. 85.
4
Conjugando o verbo MATAR no imperativo, MATE é o correspondente à terceira pessoa do singular (mate você). No caso do verbo FAZER, a terceira pessoa do singular do imperativo é FAÇA (faça você). FAZ é a conjugação da segunda pessoa do singular (faz tu), que só poderia ser combinada na mesma frase com sua correspondente (mata tu). Assim, o correto, no caso, seria “mate um policial (…) e faça alguns inimigos cruéis”.
6
IR é verbo transitivo indireto. Não podemos dizer que alguém vai algum lugar, como se o verbo fosse transitivo direto, dispensando a preposição – alguém vai A algum lugar (um lugar aonde Google e Yahoo não vão).
5
Ainda em relação ao verbo ir, como já dito acima, ele é regido pela preposição A.
O verbo VIR, por sua vez, pode ser regido pela preposição A e também por DE: ele veio de São Paulo, mas também ele veio a Fortaleza. É importante notar que VIR é regido pela preposição A quando estou dizendo que alguém vem ao lugar em que eu me encontro no momento da minha fala. No texto, o México ou o Caribe são lugares diferentes daquele onde o personagem está, razão pela qual ele deve dizer que aquele de quem está falando teria facilidade para IR A ou VIR DE. Dessa forma, o correto é “mas de onde seja fácil vir e para onde seja fácil ir” (ou “algum lugar fora de alcance, mas que não dificulte o ir e vir”).
2
“The defense rests” é uma expressão da língua inglesa que significa “a defesa encerra sua exposição dos fatos”. “A defesa descansa” certamente foi um equívoco de tradução – pág. 393.
Estamos à disposição para revisar seu texto.

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