A coragem de ser imperfeito

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Se você tem vergonha de alguma coisa, coloque A coragem de ser imperfeito na sua lista dos livros a serem lidos em 2018. Com uma linguagem acessível e sempre pronta a dar um puxão na orelha do leitor, Brené Brown fala com propriedade acerca de tudo o que deixamos de fazer por vergonha de expor nossa vulnerabilidade. Num mundo como o nosso, em que há muita exposição e muitos dedos em riste para apontar falhas alheias, estar preparado para não dar a mínima ao que os outros pensam é uma habilidade necessária.
3
O verbo CULPAR, no sentido de acusar de culpa, é transitivo direto (quem devemos culpar) – pág. 26.
1
O verbo CHEGAR, com sentido de movimento, é transitivo indireto e pede a preposição A (chegou à casa).
2
A locução adverbial de tempo deve concordar com o verbo a que se refere. Quando nos referimos a uma situação que ocorreu no passado distante, o pronome da locução deve ser AQUELE (àquela altura) – pág. 47.
5
Dentre é contração das preposições DE + ENTRE e deve ser utilizada com verbos que indicam movimento e devam ser acompanhados da preposição DE.
6
AGRADECER significa mostrar-se grato e é verbo transitivo direto e indireto (agradecer alguma coisa a alguém). O pronome oblíquo LHE substitui objeto indireto, assim como a preposição POR indica a existência de objeto indireto.  O correto na frase acima seria posso agradecer sinceramente por seu empenho ou posso lhe agradecer sinceramente seu empenho.
4
PREOCUPAR-SE quer dizer inquietar-se e é verbo que pede objeto direto preposicionado (preocupar-se com/de/em) – pág. 169.

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Dropz

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Dropz é o livro de crônicas de Rita Lee. São 61 textos, escritos de maneira lúdica e imaginativa. Foi lançado em 2017 pela Globo Livros.
1
Quando queremos dizer que nos empenhamos com insistência ou intransigência para obter algo, utilizamos a expressão FAZER QUESTÃO DE, com a preposição.
2
Água é definida como sendo substância líquida e incolor, insípida e inodora, essencial para a vida da maior parte dos organismos vivos e excelente solvente para muitas outras substâncias. Não se trata de fenômeno e também não é possível afirmar que qualquer espécie surgiu dela.
3
15% do que costumava receber não significa aumento (a sentença faria mais sentido se estivesse escrita da seguinte forma: necessário aumentar em 15% o que costumava receber).
5
Acima deveria ter sido usada a locução adverbial EM VEZ DE, pois AO INVÉS só deve ser utilizado quando se tratar de ideias opostas. Lembrete importante: essas expressões não são sinônimas. Ainda, OUTRA COISA é expressão feminina e o adjetivo que lhe faz referência também deveria estar no feminino (outra coisa que deveria ficar CLARA).
6
Acima, temos um erro deveras comum, relativo ao verbo LEMBRAR-SE (que é reflexivo e pede a preposição DE) e em seguida uma frase que certamente pode ser traduzida por MUITO ANTES DE TER SIDO MUTANTE. O terceiro erro é relativo à expressão AO LÉU, que significa AO ACASO.
11
RECORDAR significa lembrar de novo, fazer vir novamente à memória, e é transitivo direto (recordar os bons tempos).
12
ATREVER-SE, no sentido de arriscar, é verbo transitivo indireto e pede preposição (A, DE, EM) (ninguém se atreveria A interromper).
13
SIMPATIZAR não é verbo reflexivo. É, por outro lado, transitivo indireto (simpatizar com). Como bem lembra Celso Pedro Luft, em seu Dicionário de regência verbal, “na linguagem coloquial, tb ocorre simpatizar-se com…, decerto por analogia com agradar-se, dar-se. Evite-se na linguagem culta.”

 

18
O primeiro erro da foto diz respeito ao verbo INFRINGIR, que significa transgredir, violar. Deveria ter sido utilizado o INFLINGIR, que quer dizer impor, aplicar (alguma coisa a alguém). O segundo é referente à preposição que deve acompanhar a expressão BEM-VINDO, que deve ser acompanhada da preposição A.

 

21
O verbo PREFERIR significa dar preferência a alguma coisa, e quem prefere prefere uma coisa A outra. A sintaxe PREFERIR MAIS é comum na oralidade, mas não deve ser aplicada na linguagem escrita.
22
Sair significa passar do interior para o exterior (ir de dentro para fora). “Sair fora” é exemplo clássico de pleonasmo vicioso ou redundância (trata-se de repetição inútil que deve ser evitada).
23
O plural de extrema-unção é EXTREMAS-UNÇÕES.

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O advogado 

 

o advogado
O advogado, de John Grishan, foi publicado em 2015 pela Rocco e conta a história de Michael, um advogado que, após ser feito refém, resolve mudar seus planos de futuro. É mais do mesmo do autor, que conta basicamente a mesma história em todos os livros.
3
O verbo HAVER, indicando decurso de tempo, é impessoal e deve permanecer na terceira pessoa do singular. Como a frase está no passado, a flexão de tempo é obrigatória (havia anos, não eram lavados nem cortados).
1
A palavra “onde” nesse fragmento funciona como pronome relativo (equivalente a “na qual”) e é o conectivo que introduz a oração subordinada adjetiva. Nesse tipo de estrutura, a próclise é o melhor caminho – além de ser o que preconiza a norma culta, é a construção mais espontânea no Brasil (onde se podia criar) – pág. 48.
2
PRECISAR, no sentido de carecer ou necessitar, é transitivo indireto e pede preposição DE (sem dúvida tinha pagado por tudo de que nós precisávamos) – pág. 60.
o advogado(1)
QUANDO pode ser conjunção, advérbio ou pronome relativo e, em regra, refere-se a um determinado momento no tempo. O autor fala sobre fatos simultâneos, razão por que deveria ter sido utilizada a conjunção ENQUANTO (ouvimos as vozes enquanto subíamos os degraus) – pág. 250.
5
O verbo CHEGAR, com sentido de movimento, é transitivo indireto e pede a preposição A (meu voo chegou ao Nacional) – pág. 268.

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Silvio Santos

Silvio Santos
Com 87 anos, o comunicador brasileiro com a carreira mais longeva de todos os tempos teve duas biografias lançadas a seu respeito em 2017. A que vamos mostrar nas próximas semanas foi escrita por Fernando Morgado e publicada em abril de 2017 pela editora Matrix.
2
Aparentemente houve um erro de digitação em relação à preposição A, que não deveria estar ali (os poucos que não tiveram êxito).
1
Acima deveria ter sido usada a locução adverbial EM VEZ DE, pois AO INVÉS só deve ser utilizado quando se tratar de ideias opostas. Lembrete importante: essas expressões não são sinônimas.
3
No caso em análise, tem-se sujeito oracional composto de oração subordinada substantiva (quem entra nessa profissão) e o predicado (nunca mais quer sair) separados por vírgula. Apesar de sua ocorrência ser comum, havendo até quem defenda seu uso e denomine-o de opcional, somos partidárias do entendimento de não se separa sujeito de predicado por vírgula, ainda que se trate de sujeito oracional (quem entra nessa profissão nunca mais quer sair).
6
AGORA é palavra que designa algo que está acontecendo neste momento, no presente. A história de Silvio Santos é contada no passado.
5
A ESSA ALTURA é locução adverbial que se refere a uma situação próxima, no presente ou no passado. No caso acima, é feita referência a uma situação ocorrida num passado distante; por isso deveria ter sido usada a expressão ÀQUELA ALTURA.
8
Internet é palavra estrangeira reconhecida pelo Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa e não precisa ser escrita com qualquer tipo de destaque.

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Não se desespere

não se desespere
Muito resumidamente, o principal conselho deste livro é: respire fundo. Publicado em 2013 pela Editora Vozes, Não se desespere! é um ótimo lembrete para que levemos a vida menos a sério e aprendamos a viver em paz.
1
O texto deve ser escrito com a utilização de uma única pessoa (segunda ou terceira). O uso simultâneo de pessoas distintas empobrece a narrativa, apesar de isso ser comum na língua falada.
2
A contração do DE + ELAS não pode acontecer, porque o pronome é o sujeito da frase seguinte (não há outro modo DE ELAS serem) – pág. 33.
3
EMOVERE é verbo e não tempo verbal – pág. 81
4
RESPEITAR, ESPERAR e GERAR são verbos transitivos diretos. O pronome oblíquo LHE substitui objeto indireto. No caso acima, no lugar de LHE, deveria estar o pronome O ou VOCÊ – pág. 84.
5
Conjugando o verbo DEIXAR no imperativo, DEIXE é o correspondente à terceira pessoa do singular (deixe você). O pronome possessivo deve ser adequado à pessoa na qual o verbo está conjugado. TUAS é pronome possessivo relativo à segunda pessoa. O correto seria DEIXE CONOSCO AS SUAS CONTAS – pág. 95.
6
O verbo CONFUNDIR, no sentido de não fazer distinção entre uma coisa e outra, é transitivo direto e indireto. Pode ser pronominal (no sentido de misturar desordenadamente), mas não é o caso acima (não confunda política com partido) – pág. 110
7
SOBRE é preposição. As preposições não devem vir antes de pronome pessoal do caso reto (exceção: se introduzir outra oração em que o EU fosse o sujeito). O correto, portanto, seria FARÁ FORÇA SOBRE MIM – pág. 114.

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Pequenas grandes mentiras 

pequenas grandes mentiras
Pequenas grandes mentiras, de Liane Moriarty aborda temáticas bem delicadas, como a violência doméstica, e faz isso de uma forma crua, sem eufemismos, o que torna a leitura inquietante. A série homônima foi produzida pela HBO e premiada com 5 Emmy, inclusive o de melhor minissérie e melhor direção em minissérie ou filme feito para TV. A produção tem no elenco Nicole Kidman (que recebeu o Emmy de melhor atriz em minissérie ou filme feito para TV), Reese Whiterspoon, Shailene Woodley, Laura Dern (ganhadora do Emmy de melhor atriz coadjuvante em minissérie ou filme feito para TV), além de outros grandes artistas (como Alexander Skarsgard, ganhador do Emmy de melhor ator coadjuvante em minissérie ou filme feito para TV).
2
Quando exigimos alguma coisa de alguém ou quando nos empenhamos com insistência para obter algo, fazemos questão DE algo – pág. 81.
3
O verbo HAVER, indicando decurso de tempo, é impessoal e deve permanecer na terceira pessoa do singular. Como a frase está no passado, a flexão de tempo é obrigatória (HAVIA MUITO TEMPO TEMIA ISSO).
4
O pretérito perfeito do indicativo define uma situação momentânea que aconteceu e terminou no passado. O pretérito mais-que-perfeito, por outro lado, é usado para indicar uma ação que aconteceu antes de outra ação também no passado. Um tempo verbal não pode ser substituído pelo outro. No excerto acima, o correto seria: Perry disse, tirou e entrou – pág. 177 (o livro está repleto dessas “substituições”).
5
O verbo LEMBRAR-SE é pronominal por excelência (lembrava-SE de tudo) – pág. 243.
6
Quando pretendemos qualificar um verbo, temos necessariamente que usar um advérbio. No caso acima, DIFERENTE é adjetivo e deveria qualificar algum substantivo. O correto, portanto, seria dizer que AS PESSOAS REAGIRIAM DIFERENTEMENTE – pág. 315.
7
Mais uma vez a falha na colocação pronominal aparece. Precisamos ter em mente que na linguagem formal a norma determina que na presença do pronome relativo QUE devemos posicionar o pronome antes do verbo, utilizando a próclise (que se sentou) – pág. 329.

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As brasas

as brasas
As brasas foi escrito por Sándor Márai e publicado em 1999 pela Companhia das Letras. A obra analisada é a 12ª reimpressão, de 2012, que segue sendo comercializada sem que tenha sido submetida a revisão para adequar o texto às alterações promovidas pelo acordo ortográfico, em vigor no Brasil desde 2009. Não serão apontadas as adequações que deveriam ter sido realizadas em função do acordo (no livro ainda é possível ler palavras com trema, acento agudo diferenciador no verbo parar na terceira pessoa do singular do presente do indicativo, acento circunflexo quando há repetição de letras em tempos verbais etc.), vez que o objetivo deste trabalho é outro.
4
O verbo LEMBRAR-SE é pronominal por excelência (lembrava-SE de tudo).
1
A expressão DAR-SE CONTA significa “aperceber-se” e segue a mesma transitividade do seu significado. Pede, portanto, preposição DE (mas cada um deles se deu conta de que o outro).
3
O verbo CHEGAR é transitivo indireto e pede preposição A (chegam a uma sala) – pág. 81.
2
Quando utilizamos QUE como pronome interrogativo, ele não deve ser acentuado. QUÊ, com acento, deve ser utilizado quando se tratar de substantivo, interjeição, estiver em final de frase e na expressão “sem quê nem para quê” – pág. 95.

 

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Hebe

hebe
Publicado pela Best Seller em 2017 e escrito de maneira fluida pelo jornalista Artur Xexeo, Hebe é uma deliciosa leitura, principalmente para quem acompanhou e admirou a carreira e a vida pessoal de uma artista autêntica, sem muitas travas na língua, uma mulher desbravadora.
7
Em textos escritos e em contexto formal, não é razoável abandonar a norma culta. Por isso, a colocação do pronome oblíquo átono antes do verbo (próclise) em começo de frase é inadequada. O correto, no caso, é a ênclise, que é a colocação do pronome após o verbo (Deu-me).
6
PATROCINAR, no sentido de custear, é verbo transitivo direto e não é acompanhado por preposição (patrocinava a Parada de Sucessos) – pág. 46.
4
Quando queremos dizer que nos importamos muito com alguma coisa, usamos a expressão FAZER QUESTÃO DE (acompanhada da preposição) – pág. 77.
5
O verbo HAVER, indicando decurso de tempo, é impessoal e deve permanecer na terceira pessoa do singular. Mas, no que se refere ao tempo verbal, a flexão é obrigatória. Por isso, como a frase está no passado, o verbo deve estar no passado também (estava havia tempos) – pág. 110.
3
Para a manutenção da coesão textual, os verbos precisam ser conjugados no mesmo tempo. Acima, o autor conta uma história que aconteceu no passado e o fato de a canção não ter um refrão forte pouco IMPORTOU ao auditório do Paramount.
1
A repetição de uma frase inteira é algo que não deve ocorrer – pág. 130.
2
O verbo CHEGAR, com sentido de movimento, é transitivo indireto e pede a preposição A. No caso acima, a preposição deveria ter sido contraída ao advérbio (aonde queria chegar).

 

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Sonho grande 

Sonho grande
A vida e as escolhas de Jorge Paulo Lemman, Marcel Telles e Beto Sicupira são expostas neste livro, que fala de como o trio construiu o maior conglomerado brasileiro de empresas da história.
1
HABITUAR quer dizer fazer adquirir ou adquirir uma aptidão e, com tal sentido, é transitivo indireto (habituado A/COM alguma coisa). Acima, tem-se a ausência da preposição que deve acompanhar o verbo [A (artigos) + A/COM (preposição) que ele estava habituado).
3
O verbo CHEGAR, com sentido de movimento, é transitivo indireto e pede a preposição A, embora na fala seja bastante comum a utilização da preposição EM (chegava a um tanque).
5
PRECISAR, no sentido de ter necessidade, é transitivo indireto e pede a preposição DE (tudo de que precisamos).

 

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Por dentro da Casa Branca

por dentro da casa branca
Se em algum momento da sua vida você se perguntou o que acontece no endereço mais famoso do mundo, este livro é para você. Por dentro da Casa Branca foi escrito por Kate Andersen Brower e publicado no Brasil pela editora Planeta do Brasil em 2016. A Casa Branca é e foi residência de diferentes famílias, cada qual com suas idiossincrasias, e Brower aglutinou informações interessantes, algumas até inéditas, acerca dos seus bastidores. Para quem gosta de descobrir o que acontece no lado B de uma das mais altas esferas do poder americano, é leitura válida.
5
A colocação pronominal é um tema cheio de pequenos detalhes e regras, que podem até ser deixados de lado quando estamos falando ou escrevendo em contexto informal (em mensagens de texto para amigos, por exemplo). Na linguagem formal precisamos nos lembrar de normas como a que determina que na presença do pronome relativo QUANDO devemos posicionar o pronome antes do verbo, utilizando a próclise (quando se mudou).
4
O verbo AVISAR, no sentido de informar, é transitivo direto e indireto (avisamos alguma coisa A alguém ou avisamos alguém DE/SOBRE alguma coisa). Na frase acima, o verbo conta com dois objetos diretos (avisaram aos mordomos que OU avisaram os mordomos de que) – pág. 54.
6
O verbo INFORMAR, assim como AVISAR, é transitivo direto e indireto: informamos alguém de/sobre alguma coisa OU alguma coisa A alguém. Acima falta um objeto indireto (foi informada de que) – pág. 58.
9
Outra derrapada na colocação pronominal: na linguagem formal, a colocação do pronome oblíquo átono antes do verbo (próclise) em começo de frase é inadequada. O correto, no caso, é a ênclise, que é a colocação do pronome após o verbo (considerava-as minhas amigas) – pág. 95.
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O verbo MORRER é intransitivo. No entanto, para dizer quando alguém morreu, é necessário utilizar a preposição designativa de tempo EM (morreu em 2014).
12
Quando temos a intenção de enfatizar a intensidade de alguma coisa, podemos lançar mão da locução adverbial O MAIS/MENOS POSSÍVEL, da qual o artigo definido sempre faz parte.
14
O verbo GANHAR, em função de ter um particípio regular e outro irregular, é chamado abundante. Quando o particípio é empregado com os verbos auxiliares TER ou HAVER, devemos utilizar sua forma regular (TER GANHADO) – pág. 121.
16
Por maior ou mais longo que seja o sujeito de uma frase (manifestantes enfurecidos com o assassinato de King e com a desigualdade que viam a seu redor), a vírgula NÃO deve separá-lo de seu predicado (arremessavam).
por dentro da casa branca(3)
Temos aqui mais um tropeço relacionado à colocação pronominal. A regra é clara: o QUE (classificado como pronome, conjunção, advérbio etc.) é partícula atrativa e puxa o pronome para o seu lado (que se encontrava ao lado). O outro erro é a ausência da preposição que deveria acompanhar o verbo ASSISTIR, aqui empregado com o sentido de VER (assistir AO noticiário) – pág. 271.
20
Na frase acima, SCHEIB E UM GRUPO DE FUNCIONÁRIOS é o sujeito do verbo PREPARAR (ainda que esteja em parênteses), que deveria ter sido conjugado na terceira pessoa do plural do pretérito perfeito do indicativo. A outra inadequação do parágrafo diz respeito ao sentido do verbo EVACUAR, que quer dizer desocupar, esvaziar. De fato, ninguém pode ser evacuado de algum lugar, mas qualquer lugar pode ser evacuado – pág. 279.

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